Diante do avanço mundial da extrema direita, o sociólogo Mark Fortier decide fazer o impensável: converter-se. Não por convicção, mas por prudência. Afinal, se o vento da história sopra em direção ao autoritarismo, talvez seja melhor aprender a curvar-se antes que seja tarde demais.
A partir dessa premissa corrosiva, Quero me tornar fascista transforma a crise das democracias contemporâneas numa reflexão em primeira pessoa sobre a tentação de ceder. Entre Trump, Milei, Meloni, Le Pen e o rastro deixado pelo orbânismo na Europa e pelo bolsonarismo no Brasil, Fortier examina o esgotamento das democracias liberais, a política transformada em espetáculo, o ressentimento contra as elites culturais e o colapso das formas tradicionais de convivência coletiva.
A falsa \"terapia de conversão\" leva a uma pergunta incômoda: o fascismo retorna porque convence ou porque muitos preferem adaptar-se a ele? Com erudição, ironia e lucidez desconcertante, Fortier mostra como o autoritarismo contemporâneo se alimenta menos de grandes doutrinas do que de pequenas concessões: o silêncio conveniente, a neutralidade covarde, o cansaço democrático, a vontade de ordem, a raiva convertida em método.
\"Neste brilhante livro, Mark Fortier se coloca em cena com humor como um intelectual liberal pronto para se converter ao fascismo para salvar a própria pele... Uma advertência contra o medo e a apatia.\" La Presse
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\"Uma espirituosa \'terapia de conversão\' que vacina contra o perigo marrom. O sociólogo Mark Fortier publica um pequeno manual contando sua tentativa de conversão ao fascismo. Uma fábula sarcástica que ridiculariza a extrema-direita e seus cúmplices apáticos.\" Libération (França)
\"Em seu livro, Mark Fortier escolhe a sátira para abordar a questão do desmoronamento de nossas democracias e a ascensão da extrema-direita... Ele nos lembra que a extrema-direita raramente ganha por si mesma [mas sim pela passividade do resto].\" La Première RTBF (Bélgica)
\"Com um sangue-frio notável, Mark Fortier convida os leitores a encararem um mundo onde as forças do capital e da extrema-direita se unem. Neste brilhante livro, ele se coloca em cena com humor como um intelectual liberal pronto para se converter ao fascismo para salvar a própria pele... Uma advertência contra o medo e a apatia.\" La Presse (Canadá, Québec)
\"Uma forma de resistência pelo humor, pela alegria e pela vivacidade. O formato escolhido – o de um pequeno manual de conversão na forma de uma longa confissão – alivia o tema, deixando espaço para a reflexão serena.\" Le Devoir (Canadá, Québec)
\"Com um tom irônico e impassível, Quero me tornar fascista consegue a façanha de propor uma terapia de conversão para melhor nos imunizar contra qualquer habituação a uma substância ideológica altamente tóxica.\" Les Libraires (Rede de livrarias independentes)">
Diante do avanço mundial da extrema direita, o sociólogo Mark Fortier decide fazer o impensável: converter-se. Não por convicção, mas por prudência. Afinal, se o vento da história sopra em direção ao autoritarismo, talvez seja melhor aprender a curvar-se antes que seja tarde demais.
A partir dessa premissa corrosiva, Quero me tornar fascista transforma a crise das democracias contemporâneas numa reflexão em primeira pessoa sobre a tentação de ceder. Entre Trump, Milei, Meloni, Le Pen e o rastro deixado pelo orbânismo na Europa e pelo bolsonarismo no Brasil, Fortier examina o esgotamento das democracias liberais, a política transformada em espetáculo, o ressentimento contra as elites culturais e o colapso das formas tradicionais de convivência coletiva.
A falsa \"terapia de conversão\" leva a uma pergunta incômoda: o fascismo retorna porque convence ou porque muitos preferem adaptar-se a ele? Com erudição, ironia e lucidez desconcertante, Fortier mostra como o autoritarismo contemporâneo se alimenta menos de grandes doutrinas do que de pequenas concessões: o silêncio conveniente, a neutralidade covarde, o cansaço democrático, a vontade de ordem, a raiva convertida em método.
\"Neste brilhante livro, Mark Fortier se coloca em cena com humor como um intelectual liberal pronto para se converter ao fascismo para salvar a própria pele... Uma advertência contra o medo e a apatia.\" La Presse
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\"Uma espirituosa \'terapia de conversão\' que vacina contra o perigo marrom. O sociólogo Mark Fortier publica um pequeno manual contando sua tentativa de conversão ao fascismo. Uma fábula sarcástica que ridiculariza a extrema-direita e seus cúmplices apáticos.\" Libération (França)
\"Em seu livro, Mark Fortier escolhe a sátira para abordar a questão do desmoronamento de nossas democracias e a ascensão da extrema-direita... Ele nos lembra que a extrema-direita raramente ganha por si mesma [mas sim pela passividade do resto].\" La Première RTBF (Bélgica)
\"Com um sangue-frio notável, Mark Fortier convida os leitores a encararem um mundo onde as forças do capital e da extrema-direita se unem. Neste brilhante livro, ele se coloca em cena com humor como um intelectual liberal pronto para se converter ao fascismo para salvar a própria pele... Uma advertência contra o medo e a apatia.\" La Presse (Canadá, Québec)
\"Uma forma de resistência pelo humor, pela alegria e pela vivacidade. O formato escolhido – o de um pequeno manual de conversão na forma de uma longa confissão – alivia o tema, deixando espaço para a reflexão serena.\" Le Devoir (Canadá, Québec)
\"Com um tom irônico e impassível, Quero me tornar fascista consegue a façanha de propor uma terapia de conversão para melhor nos imunizar contra qualquer habituação a uma substância ideológica altamente tóxica.\" Les Libraires (Rede de livrarias independentes)">
Diante do avanço mundial da extrema direita, o sociólogo Mark Fortier decide fazer o impensável: converter-se. Não por convicção, mas por prudência. Afinal, se o vento da história sopra em direção ao autoritarismo, talvez seja melhor aprender a curvar-se antes que seja tarde demais.
A partir dessa premissa corrosiva, Quero me tornar fascista transforma a crise das democracias contemporâneas numa reflexão em primeira pessoa sobre a tentação de ceder. Entre Trump, Milei, Meloni, Le Pen e o rastro deixado pelo orbânismo na Europa e pelo bolsonarismo no Brasil, Fortier examina o esgotamento das democracias liberais, a política transformada em espetáculo, o ressentimento contra as elites culturais e o colapso das formas tradicionais de convivência coletiva.
A falsa \"terapia de conversão\" leva a uma pergunta incômoda: o fascismo retorna porque convence ou porque muitos preferem adaptar-se a ele? Com erudição, ironia e lucidez desconcertante, Fortier mostra como o autoritarismo contemporâneo se alimenta menos de grandes doutrinas do que de pequenas concessões: o silêncio conveniente, a neutralidade covarde, o cansaço democrático, a vontade de ordem, a raiva convertida em método.
\"Neste brilhante livro, Mark Fortier se coloca em cena com humor como um intelectual liberal pronto para se converter ao fascismo para salvar a própria pele... Uma advertência contra o medo e a apatia.\" La Presse
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\"Uma espirituosa \'terapia de conversão\' que vacina contra o perigo marrom. O sociólogo Mark Fortier publica um pequeno manual contando sua tentativa de conversão ao fascismo. Uma fábula sarcástica que ridiculariza a extrema-direita e seus cúmplices apáticos.\" Libération (França)
\"Em seu livro, Mark Fortier escolhe a sátira para abordar a questão do desmoronamento de nossas democracias e a ascensão da extrema-direita... Ele nos lembra que a extrema-direita raramente ganha por si mesma [mas sim pela passividade do resto].\" La Première RTBF (Bélgica)
\"Com um sangue-frio notável, Mark Fortier convida os leitores a encararem um mundo onde as forças do capital e da extrema-direita se unem. Neste brilhante livro, ele se coloca em cena com humor como um intelectual liberal pronto para se converter ao fascismo para salvar a própria pele... Uma advertência contra o medo e a apatia.\" La Presse (Canadá, Québec)
\"Uma forma de resistência pelo humor, pela alegria e pela vivacidade. O formato escolhido – o de um pequeno manual de conversão na forma de uma longa confissão – alivia o tema, deixando espaço para a reflexão serena.\" Le Devoir (Canadá, Québec)
\"Com um tom irônico e impassível, Quero me tornar fascista consegue a façanha de propor uma terapia de conversão para melhor nos imunizar contra qualquer habituação a uma substância ideológica altamente tóxica.\" Les Libraires (Rede de livrarias independentes)">
Quero me tornar fascista: Minha terapia de conversão
Fortier, Mark (Autor) - Mark Fortier é sociólogo, ensaísta e diretor editorial da Lux Éditeur, prestigiada editora independente baseada no Quebec, Canadá. Doutor em Sociologia pela Université du Québec à Montréal (UQAM), sua produção intelectual transita entre a pesquisa acadêmica e a intervenção no debate público contemporâneo, marcada pelo uso da ironia e do diagnóstico crítico da sociedade. Autor de ensaios de forte repercussão como Mélancolies boréales (2019), consolida em Quero me tornar fascista sua verve satírica e seu compromisso com o pensamento crítico atual. ; Soares, Eduardo L. (Tradutor)
Aqui no site Livraria.ME você vai encontrar o livro "Quero me tornar fascista: Minha terapia de conversão" por apenas R$ 59,80.
"Vou me tornar fascista. Pronto, falei."
Diante do avanço mundial da extrema direita, o sociólogo Mark Fortier decide fazer o impensável: converter-se. Não por convicção, mas por prudência. Afinal, se o vento da história sopra em direção ao autoritarismo, talvez seja melhor aprender a curvar-se antes que seja tarde demais.
A partir dessa premissa corrosiva, Quero me tornar fascista transforma a crise das democracias contemporâneas numa reflexão em primeira pessoa sobre a tentação de ceder. Entre Trump, Milei, Meloni, Le Pen e o rastro deixado pelo orbânismo na Europa e pelo bolsonarismo no Brasil, Fortier examina o esgotamento das democracias liberais, a política transformada em espetáculo, o ressentimento contra as elites culturais e o colapso das formas tradicionais de convivência coletiva.
A falsa "terapia de conversão" leva a uma pergunta incômoda: o fascismo retorna porque convence ou porque muitos preferem adaptar-se a ele? Com erudição, ironia e lucidez desconcertante, Fortier mostra como o autoritarismo contemporâneo se alimenta menos de grandes doutrinas do que de pequenas concessões: o silêncio conveniente, a neutralidade covarde, o cansaço democrático, a vontade de ordem, a raiva convertida em método.
"Neste brilhante livro, Mark Fortier se coloca em cena com humor como um intelectual liberal pronto para se converter ao fascismo para salvar a própria pele... Uma advertência contra o medo e a apatia." La Presse
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"Uma espirituosa 'terapia de conversão' que vacina contra o perigo marrom. O sociólogo Mark Fortier publica um pequeno manual contando sua tentativa de conversão ao fascismo. Uma fábula sarcástica que ridiculariza a extrema-direita e seus cúmplices apáticos." Libération (França)
"Em seu livro, Mark Fortier escolhe a sátira para abordar a questão do desmoronamento de nossas democracias e a ascensão da extrema-direita... Ele nos lembra que a extrema-direita raramente ganha por si mesma [mas sim pela passividade do resto]." La Première RTBF (Bélgica)
"Com um sangue-frio notável, Mark Fortier convida os leitores a encararem um mundo onde as forças do capital e da extrema-direita se unem. Neste brilhante livro, ele se coloca em cena com humor como um intelectual liberal pronto para se converter ao fascismo para salvar a própria pele... Uma advertência contra o medo e a apatia." La Presse (Canadá, Québec)
"Uma forma de resistência pelo humor, pela alegria e pela vivacidade. O formato escolhido – o de um pequeno manual de conversão na forma de uma longa confissão – alivia o tema, deixando espaço para a reflexão serena." Le Devoir (Canadá, Québec)
"Com um tom irônico e impassível, Quero me tornar fascista consegue a façanha de propor uma terapia de conversão para melhor nos imunizar contra qualquer habituação a uma substância ideológica altamente tóxica." Les Libraires (Rede de livrarias independentes)