Estamos no universo da forma-Ricardo III, que se regozija com as maldades que planeja, goza com a perspectiva da anarquia que precisa instaurar para sentar-se no trono. Vilania-ostentação, autorretrato involuntário de Donald Trump, Jair Bolsonaro, Javier Milei, Nayib Bukele e tutti quanti. Problema maior: a extrema direita chega ao poder por meio da decisão do eleitorado em eleições livres e democráticas. Para enfrentar essa equação paradoxal, Fiódor Dostoiévski complementa William Shakespeare. O narrador da novela Memórias do subsolo fornece uma chave nova de leitura: o ressentimento é uma força poderosa que muitas vezes nos leva a tomar decisões que nos prejudicam. O avanço da extrema direita também é a manifestação de ressentidos em escala planetária.

Diante da perplexidade que os dilemas contemporâneos provocam em todos, este ensaio arrisca uma hipótese: a imaginação literária oferece uma alternativa única para inteligirmos o que de outra forma nos escapa. No fundo, estamos todos convocados ao papel de pequenos Édipos do cotidiano que desentendemos — de Corinto a Tebas a travessia é perigosa, porém promissora: abraça o mundo todo.">
Estamos no universo da forma-Ricardo III, que se regozija com as maldades que planeja, goza com a perspectiva da anarquia que precisa instaurar para sentar-se no trono. Vilania-ostentação, autorretrato involuntário de Donald Trump, Jair Bolsonaro, Javier Milei, Nayib Bukele e tutti quanti. Problema maior: a extrema direita chega ao poder por meio da decisão do eleitorado em eleições livres e democráticas. Para enfrentar essa equação paradoxal, Fiódor Dostoiévski complementa William Shakespeare. O narrador da novela Memórias do subsolo fornece uma chave nova de leitura: o ressentimento é uma força poderosa que muitas vezes nos leva a tomar decisões que nos prejudicam. O avanço da extrema direita também é a manifestação de ressentidos em escala planetária.

Diante da perplexidade que os dilemas contemporâneos provocam em todos, este ensaio arrisca uma hipótese: a imaginação literária oferece uma alternativa única para inteligirmos o que de outra forma nos escapa. No fundo, estamos todos convocados ao papel de pequenos Édipos do cotidiano que desentendemos — de Corinto a Tebas a travessia é perigosa, porém promissora: abraça o mundo todo.">
Estamos no universo da forma-Ricardo III, que se regozija com as maldades que planeja, goza com a perspectiva da anarquia que precisa instaurar para sentar-se no trono. Vilania-ostentação, autorretrato involuntário de Donald Trump, Jair Bolsonaro, Javier Milei, Nayib Bukele e tutti quanti. Problema maior: a extrema direita chega ao poder por meio da decisão do eleitorado em eleições livres e democráticas. Para enfrentar essa equação paradoxal, Fiódor Dostoiévski complementa William Shakespeare. O narrador da novela Memórias do subsolo fornece uma chave nova de leitura: o ressentimento é uma força poderosa que muitas vezes nos leva a tomar decisões que nos prejudicam. O avanço da extrema direita também é a manifestação de ressentidos em escala planetária.

Diante da perplexidade que os dilemas contemporâneos provocam em todos, este ensaio arrisca uma hipótese: a imaginação literária oferece uma alternativa única para inteligirmos o que de outra forma nos escapa. No fundo, estamos todos convocados ao papel de pequenos Édipos do cotidiano que desentendemos — de Corinto a Tebas a travessia é perigosa, porém promissora: abraça o mundo todo.">
A era de Ricardo III

A era de Ricardo III

Aqui no site Livraria.ME você vai encontrar o livro "A era de Ricardo III" por apenas R$ 67,90.

Um personagem shakespeariano permite decifrar a Esfinge da extrema direita, que, mesmo quando derrotada, segue devorando seus adversários. No papel inédito do vilão que não oculta seus propósitos, antes ostenta seu repertório de vilanias com orgulho e destemor, Ricardo III anuncia sem pudor: "Estou decidido a mostrar-me um vilão". Em seu caminho ao centro do poder, ele anuncia as desfaçatezes e as torpezas de que será capaz e, ainda assim, triunfa.

Estamos no universo da forma-Ricardo III, que se regozija com as maldades que planeja, goza com a perspectiva da anarquia que precisa instaurar para sentar-se no trono. Vilania-ostentação, autorretrato involuntário de Donald Trump, Jair Bolsonaro, Javier Milei, Nayib Bukele e tutti quanti. Problema maior: a extrema direita chega ao poder por meio da decisão do eleitorado em eleições livres e democráticas. Para enfrentar essa equação paradoxal, Fiódor Dostoiévski complementa William Shakespeare. O narrador da novela Memórias do subsolo fornece uma chave nova de leitura: o ressentimento é uma força poderosa que muitas vezes nos leva a tomar decisões que nos prejudicam. O avanço da extrema direita também é a manifestação de ressentidos em escala planetária.

Diante da perplexidade que os dilemas contemporâneos provocam em todos, este ensaio arrisca uma hipótese: a imaginação literária oferece uma alternativa única para inteligirmos o que de outra forma nos escapa. No fundo, estamos todos convocados ao papel de pequenos Édipos do cotidiano que desentendemos — de Corinto a Tebas a travessia é perigosa, porém promissora: abraça o mundo todo.


Preço: R$ 67,90

Pré-lançamento

Editora: Autêntica

Capa brochura, 240 páginas.

Categorias:
- Ciência Política / Ideologias Políticas / Fascismo e Totalitarismo
- Ciências Sociais / Violência na Sociedade
- Filosofia / Política

Comprar na Amazon

 Livro indisponível no momento.

Avise-me quando estiver disponível

Avise-me quando estiver disponível!

Informe seu e-mail abaixo e clique em "ok"


Ciência Política

Aqui no site Livraria.ME você vai encontrar livros sobre Ciência Política com desconto da Amazon. Procure pelo título e clique em comprar.

Ciência Política