Um reencontro consigo mesmo e com aqueles que nos cercam, diante da delicada arte de seguir vivendo. Em Afagos e afins, Jairo Pereira apresenta uma poesia que nasce do corpo e retorna para ele como cuidado.
Seus versos pulsam no ritmo do peito, entre feridas abertas e gestos de acolhimento, afirmando o afeto como força vital, ética e política. Aqui, a palavra não suaviza a dor para escondê-la: ela a reconhece, atravessa e propõe caminhos de cura possíveis.
Com linguagem direta, marcada pela oralidade e pela musicalidade do samba, do tambor e da fala cotidiana, o autor constrói poemas que dialogam com temas como negritude, masculinidade, cidade, memória, amor, luto e recomeço.
A escrita se move entre o íntimo e o coletivo, fazendo do colo, do chamego e do carinho não uma fuga da realidade, mas uma forma de enfrentá-la.
Afagos e afins, aposta na potência do cuidado como gesto transformador. Em vez de negar o passado, a obra sugere uma invenção constante do presente: fazer um novo dia, todos os dias.
Muito além de sua trajetória pessoal, Jairo apresenta poemas intimistas e bem-humorados, que falam sobre a vivência negra contemporânea, seus movimentos de cura e embate, de amor e ativismo, sem minimizar a importância dos sentimentos.
Para o filósofo e escritor Renato Noguera, que assina o texto de apresentação do livro, Jairo Pereira revela “a coragem nua e crua da potência poética da cura”, mostrando que o afeto pode coexistir com a dor – e, justamente por isso, se tornar ainda mais necessário. Publicado pela Global Editora e com projeto gráfico de Marina Itano, este é um livro para ler de cabeça erguida, com o coração aberto e os pés no chão.
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Um reencontro consigo mesmo e com aqueles que nos cercam, diante da delicada arte de seguir vivendo. Em Afagos e afins, Jairo Pereira apresenta uma poesia que nasce do corpo e retorna para ele como cuidado.
Seus versos pulsam no ritmo do peito, entre feridas abertas e gestos de acolhimento, afirmando o afeto como força vital, ética e política. Aqui, a palavra não suaviza a dor para escondê-la: ela a reconhece, atravessa e propõe caminhos de cura possíveis.
Com linguagem direta, marcada pela oralidade e pela musicalidade do samba, do tambor e da fala cotidiana, o autor constrói poemas que dialogam com temas como negritude, masculinidade, cidade, memória, amor, luto e recomeço.
A escrita se move entre o íntimo e o coletivo, fazendo do colo, do chamego e do carinho não uma fuga da realidade, mas uma forma de enfrentá-la.
Afagos e afins, aposta na potência do cuidado como gesto transformador. Em vez de negar o passado, a obra sugere uma invenção constante do presente: fazer um novo dia, todos os dias.
Muito além de sua trajetória pessoal, Jairo apresenta poemas intimistas e bem-humorados, que falam sobre a vivência negra contemporânea, seus movimentos de cura e embate, de amor e ativismo, sem minimizar a importância dos sentimentos.
Para o filósofo e escritor Renato Noguera, que assina o texto de apresentação do livro, Jairo Pereira revela “a coragem nua e crua da potência poética da cura”, mostrando que o afeto pode coexistir com a dor – e, justamente por isso, se tornar ainda mais necessário. Publicado pela Global Editora e com projeto gráfico de Marina Itano, este é um livro para ler de cabeça erguida, com o coração aberto e os pés no chão.
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Seus versos pulsam no ritmo do peito, entre feridas abertas e gestos de acolhimento, afirmando o afeto como força vital, ética e política. Aqui, a palavra não suaviza a dor para escondê-la: ela a reconhece, atravessa e propõe caminhos de cura possíveis.
Com linguagem direta, marcada pela oralidade e pela musicalidade do samba, do tambor e da fala cotidiana, o autor constrói poemas que dialogam com temas como negritude, masculinidade, cidade, memória, amor, luto e recomeço.
A escrita se move entre o íntimo e o coletivo, fazendo do colo, do chamego e do carinho não uma fuga da realidade, mas uma forma de enfrentá-la.
Afagos e afins, aposta na potência do cuidado como gesto transformador. Em vez de negar o passado, a obra sugere uma invenção constante do presente: fazer um novo dia, todos os dias.
Muito além de sua trajetória pessoal, Jairo apresenta poemas intimistas e bem-humorados, que falam sobre a vivência negra contemporânea, seus movimentos de cura e embate, de amor e ativismo, sem minimizar a importância dos sentimentos.
Para o filósofo e escritor Renato Noguera, que assina o texto de apresentação do livro, Jairo Pereira revela “a coragem nua e crua da potência poética da cura”, mostrando que o afeto pode coexistir com a dor – e, justamente por isso, se tornar ainda mais necessário. Publicado pela Global Editora e com projeto gráfico de Marina Itano, este é um livro para ler de cabeça erguida, com o coração aberto e os pés no chão.
Pereira, Jairo (Autor) - Jairo Pereira nasceu em 1976, na cidade de Suzano (SP), é cantor, compositor, poeta, ator e artista multimídia. Iniciou sua trajetória no rap em 1993 e, desde então, desenvolve obras que permeiam música, poesia, teatro, arte visual e audiovisual, no Brasil ou exterior. O artivista – como gosta de ser descrito – compartilha suas vivências e poemas em seu perfil no Instagram.
Fundador da banda Aláfia, lançou cinco álbuns e se apresentou em festivais como o Lollapalooza Brasil. Em carreira solo, criou espetáculos e discos autorais, entre eles “Afagos e afins”, em diálogo direto com o livro. Recebeu prêmios do Itaú Cultural e da Funarte, por seus trabalhos nas áreas de vídeo e performance. Sua obra é marcada pela força da cena, sua pesquisa entre palavra, corpo e imagem, sendo uma verdadeira reafirmação da cultura negra contemporânea.
; Noguera, Renato (Apresentação) - NOGUERA é doutor em filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor do Departamento de Educação e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, pesquisador do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas e coordenador do Grupo de Pesquisa Afroperspectivas, Saberes e Infâncias.
Aqui no site Livraria.ME você vai encontrar o livro "Afagos e Afins" por apenas R$ 59,00.
Um reencontro consigo mesmo e com aqueles que nos cercam, diante da delicada arte de seguir vivendo. Em Afagos e afins, Jairo Pereira apresenta uma poesia que nasce do corpo e retorna para ele como cuidado.
Seus versos pulsam no ritmo do peito, entre feridas abertas e gestos de acolhimento, afirmando o afeto como força vital, ética e política. Aqui, a palavra não suaviza a dor para escondê-la: ela a reconhece, atravessa e propõe caminhos de cura possíveis.
Com linguagem direta, marcada pela oralidade e pela musicalidade do samba, do tambor e da fala cotidiana, o autor constrói poemas que dialogam com temas como negritude, masculinidade, cidade, memória, amor, luto e recomeço.
A escrita se move entre o íntimo e o coletivo, fazendo do colo, do chamego e do carinho não uma fuga da realidade, mas uma forma de enfrentá-la.
Afagos e afins, aposta na potência do cuidado como gesto transformador. Em vez de negar o passado, a obra sugere uma invenção constante do presente: fazer um novo dia, todos os dias.
Muito além de sua trajetória pessoal, Jairo apresenta poemas intimistas e bem-humorados, que falam sobre a vivência negra contemporânea, seus movimentos de cura e embate, de amor e ativismo, sem minimizar a importância dos sentimentos.
Para o filósofo e escritor Renato Noguera, que assina o texto de apresentação do livro, Jairo Pereira revela “a coragem nua e crua da potência poética da cura”, mostrando que o afeto pode coexistir com a dor – e, justamente por isso, se tornar ainda mais necessário. Publicado pela Global Editora e com projeto gráfico de Marina Itano, este é um livro para ler de cabeça erguida, com o coração aberto e os pés no chão.