O livro explora como o antissemitismo não é apenas um preconceito entre outros, mas uma estrutura profunda do pensamento ocidental, que busca excluir o diferente para consolidar uma falsa pureza. Nancy vincula essa exclusão a mecanismos metafísicos e políticos, mostrando como a figura do judeu é simultaneamente rejeitada e necessária para a autodefinição do \"nós\".
A obra também discute a relação entre judaísmo e cristianismo, destacando como o segundo tentou superar o primeiro, mas permaneceu marcado por ele. Nancy propõe uma reflexão ética sobre a aceitação da alteridade, sugerindo que a exclusão do \"judeu em nós\" revela uma incapacidade de lidar com a diferença constitutiva da humanidade.
Em estilo filosófico denso, Nancy desafia o leitor a reconhecer e superar essa lógica de exclusão, propondo uma abertura ao outro como fundamento de uma comunidade verdadeiramente inclusiva.
">O livro explora como o antissemitismo não é apenas um preconceito entre outros, mas uma estrutura profunda do pensamento ocidental, que busca excluir o diferente para consolidar uma falsa pureza. Nancy vincula essa exclusão a mecanismos metafísicos e políticos, mostrando como a figura do judeu é simultaneamente rejeitada e necessária para a autodefinição do \"nós\".
A obra também discute a relação entre judaísmo e cristianismo, destacando como o segundo tentou superar o primeiro, mas permaneceu marcado por ele. Nancy propõe uma reflexão ética sobre a aceitação da alteridade, sugerindo que a exclusão do \"judeu em nós\" revela uma incapacidade de lidar com a diferença constitutiva da humanidade.
Em estilo filosófico denso, Nancy desafia o leitor a reconhecer e superar essa lógica de exclusão, propondo uma abertura ao outro como fundamento de uma comunidade verdadeiramente inclusiva.
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A obra também discute a relação entre judaísmo e cristianismo, destacando como o segundo tentou superar o primeiro, mas permaneceu marcado por ele. Nancy propõe uma reflexão ética sobre a aceitação da alteridade, sugerindo que a exclusão do \"judeu em nós\" revela uma incapacidade de lidar com a diferença constitutiva da humanidade.
Em estilo filosófico denso, Nancy desafia o leitor a reconhecer e superar essa lógica de exclusão, propondo uma abertura ao outro como fundamento de uma comunidade verdadeiramente inclusiva.
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